Guia
O que você mantém ao migrar um site do Canva
Por Gustavo Martins, Deligus Studio
O medo real raramente é a ferramenta. É custo afundado e perda de controle.
Medo real
Quem construiu no Canva (ou em outro builder) investiu tempo, textos, imagens e decisões. Migrar parece jogar isso fora. Na prática, o que importa é inventariar o que ainda representa o negócio, e o que só refletia o estágio anterior.
O que pode permanecer
- marca e linguagem visual reconhecível;
- imagens e textos úteis;
- formulários e rotas de contato;
- aprendizados (o que funciona, o que confunde);
- URLs relevantes, com redirecionamento quando necessário;
- contas de domínio e analytics sob a sua titularidade.
O que muda
Estrutura, hierarquia de informação, experiência mobile, prova, e a ordem em que o visitante entende e age. A ferramenta de origem importa menos do que a clareza no momento de verificação.
Modelo Deligus
Licença de uso: o site personalizado fica no seu domínio enquanto o acordo estiver ativo; o Deligus cuida da parte técnica, sem entregar repositório nem código. Você controla domínio, marca, textos, imagens e contas principais. Se a relação terminar, combinamos a saída, em geral com um documento dos textos e o inventário do que é seu.
Detalhes de propriedade, migração e continuidade: como funciona.
Quando não escolher o Deligus
Se o Canva (ou o builder atual) ainda serve ao estágio do negócio (oferta em teste, ticket baixo, autonomia total), migrar só por “parecer mais profissional” raramente resolve o problema certo. Leia: quando um builder ainda é a escolha certa.
Próximo passo
Se a dúvida é o que preservar no seu site atual, peça uma leitura de presença com contexto.