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Odontologia

Exemplos comentados

Sites para dentistas: a página precisa responder antes da consulta

Por Gustavo Martins, Deligus Studio

Um paciente chega pelo Instagram, pelo Maps ou por indicação — e verifica. O site decide se essa verificação termina em confiança ou em dúvida.

O que o paciente procura antes de agendar

Antes de marcar, a pessoa tenta responder quatro coisas: quem vai atender, o que exatamente será feito, como o plano é decidido e o que acontece depois. Quando a página responde essas perguntas na ordem em que elas surgem, a conversa começa adiantada. Quando não responde, o paciente compara preço sem contexto.

Isso não se resolve com mais seções genéricas. Resolve-se com uma leitura da clínica: quais tratamentos sustentam o negócio, o que o paciente precisa entender primeiro e onde a decisão realmente trava.

Três conceitos publicados, três decisões diferentes

Páginas de exemplo — não são clientes. Cada uma é um conceito completo e funcional, publicado para mostrar o método em contextos distintos:

São decisões diferentes porque os pacientes são diferentes: um chega pesquisando reabilitação e julgamento clínico; o outro chega com medo do consultório e precisa de clareza sobre o processo.

Como o método Deligus responde a esse mercado

A construção começa antes do desenho: investigação do consultório, do público e das objeções; depois narrativa; depois a planta do scroll — o que aparece, em que ordem e por quê; e só então a execução em scrolltelling. O vocabulário clínico entra onde o paciente faz a pergunta, não onde o consultório quer se apresentar.

O método completo está em o que é scrolltelling e a experiência aplicada de ponta a ponta está no Studio. O índice completo das páginas de exemplo está no portfólio.

Quando isso não é para você

Se a clínica ainda vive de encaixe de agenda e o site atual já sustenta os agendamentos, um ajuste pontual resolve — não é preciso reconstruir. Se o problema é só preço e a concorrência local disputa por valor, uma página nova não muda a conversa sozinha.

Próximo passo

Se fizer sentido, o primeiro passo é uma leitura de presença: observação curta, com limites claros, a partir do site atual e do contexto da clínica.