Cenário composto · não é cliente
Lacuna de percepção em arquitetura
Este texto é um estudo editorial ficcional/composto. Não descreve um cliente real, não cita métricas atribuídas e não deve ser lido como case.
Contexto (composto)
Imagine um escritório de arquitetura e interiores com obra fotografada, Instagram ativo e indicação boca a boca. O trabalho presencial transmite cuidado espacial. O site oficial ainda reflete o estágio em que o escritório precisava “estar na internet”, não o estágio em que precisa confirmar confiança para um projeto de ticket alto.
A lacuna
Na descoberta, o visitante vê projetos fortes. Na verificação, o site dilui a oferta: menu genérico, textos que descrevem serviços em vez de priorizar o tipo de projeto que o escritório quer atrair agora, e um CTA fraco (“fale conosco”) sem contexto do que acontece depois do contato.
Observação possível → percepção: “bonito, mas pouco decisivo” → consequência possível (não certa): orçamentos menos alinhados ou abandono antes do pedido.
O que preservar
- o acervo fotográfico e a linguagem visual já reconhecível;
- prova de obra real (não render genérico sem contexto);
- rotas de contato e qualquer aprendizado de analytics sob titularidade do escritório.
Decisões de julgamento (ilustrativas)
- Reordenar a primeira tela para oferta prioritária + tipo de cliente.
- Usar o scroll para verificar competência antes de pedir contato.
- Manter o que já funciona; retirar páginas que confundem estágio e escopo.
Nenhuma dessas decisões garante vendas. Elas alinham a presença ao que o negócio já é: o território do Deligus.
Próximo passo real
Se o seu cenário se parece com isso, o caminho correto não é copiar este estudo. É enviar o site atual para uma leitura de presença com contexto.